DESIDRATAÇÃO DE ÓLEO INDUSTRIAL E CENTRIFUGAÇÃO

SISTEMAS HIDRÁULICOS E TUBULAÇÕES

Os óleos industriais podem estar contaminados com água devido a fugas e à condensação, tendo vários efeitos negativos sobre as propriedades do óleo e sobre as operações e o desempenho geral, necessitando recuperação de óleo industrial por vários motivos:

  • Emulsões de alta viscosidade são criadas e têm um efeito prejudicial sobre as peças mecânicas, reduzindo o ciclo de vida das engrenagens, rolamentos, bombas, pistões, etc.
  • Partículas duras se formam devido à oxidação de óleos e aditivos.
  • Diminuição das propriedades/capacidade de lubrificação do óleo.
  • Formação de ferrugem.

Por que trocar o óleo não resolve?

Devido à alta viscosidade do óleo, ao realizar uma troca, muitos resíduos de contaminação permanecem no sistema. Esses resíduos contaminam o óleo novo, exigindo várias trocas para atingir um resultado razoável. A desidratação é diferente: uma única desidratação no óleo contaminado já é o bastante para que ele atinja as normas de uso.

Esse processo de filtragem de óleo, chamado de termo vácuo consiste na remoção da contaminação de água dissolvida ou gases contaminantes em uma carga de óleo. O processo consiste em fazer a sucção do óleo para o interior de uma câmara que estará sob vácuo controlado.

No circuito de sucção de óleo, está instalado um sistema de aquecimento controlado eletronicamente que transmitirá calor ao óleo que circula na tubulação. O óleo aquecido chega à câmara de vácuo através de um chuveiro que pulveriza esse óleo e faz com que a água e o gás dissolvido e contaminante do óleo sejam eliminados através da transformação do seu estado líquido para vapor.

A água ou o gás eliminado são expelidos para a atmosfera na forma de vapor através da descarga da bomba de vácuo. Para a determinação da eliminação da água utiliza-se o método de medição da umidade relativa no óleo.

Atestados de Capacidade técnica

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Benefícios

  • Aumento da vida útil do fluído hidráulico/lubrificante em até 05 vezes.
  • Diminuição do índice de desgaste das superfícies de deslizamento, principalmente dos jogos de reparos.
  • Menor incidência de travamento e agarramento de válvulas.
  • Economia na mão de obra de manutenção e aquisição de componentes hidráulicos (bombas, válvulas, cilindros).
  • Aumento substancial do período de saturação dos elementos filtrantes do sistema.
  • Diminuição do tempo parado e perdas de produção.
  • Aumento de eficiência, e da vida útil do sistema como um todo.

Área de Atuação

  • Naval (estaleiros e portos)
  • Energia (hidrelétricas, termelétricas e nuclear)
  • Papel e Celulose
  • Petroquímica
  • Cimento
  • Siderurgia
  • Óleo e Gás
  • Usinas de Álcool e Açúcar
  • Refinarias
  • Mineração
  • Automobilística
  • Alimentícia
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anos atuando no ramo de descontaminação industrial

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projetos entregues com satisfação do cliente

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estados brasileiros atendidos

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atestados de capacidade técnica emitidos por grandes empresas nos últimos anos

Perguntas frequentes

A desidratação é avaliada quando há água livre, emulsionada ou dissolvida no óleo e essa contaminação compromete lubrificação, estabilidade ou confiabilidade do sistema. O método depende do tipo de óleo, da forma e do teor de água, do volume e da condição final requerida.

O termovácuo combina aquecimento controlado e vácuo para favorecer a remoção de água e gases do óleo. A centrifugação usa diferença de densidade e força centrífuga para separar fases e contaminantes compatíveis. A escolha depende das características do fluido e da contaminação.

A capacidade de remoção varia conforme a tecnologia, o tipo de óleo, a estabilidade da emulsão, a temperatura e a concentração inicial. Por isso, a forma em que a água está presente deve ser considerada antes de selecionar o processo.

A remoção de água e a remoção de partículas são objetivos diferentes. Algumas configurações podem combinar desidratação e filtragem, mas o escopo deve informar quais contaminantes serão tratados e como cada resultado será medido.

Nem sempre. Água e resíduos podem permanecer no reservatório, nas linhas e nos componentes e contaminar a nova carga. Conforme o diagnóstico, a solução pode envolver desidratação do fluido, filtragem, limpeza do sistema, correção da origem da entrada de água ou uma combinação dessas ações.

A tecnologia e os parâmetros precisam ser compatíveis com o fluido. Temperatura, vácuo, tempo de residência e condição físico-química são avaliados para remover o contaminante sem comprometer indevidamente as propriedades necessárias à aplicação.

A evolução da desidratação é acompanhada por amostragens e medição do teor de água, umidade relativa ou outro método adequado ao óleo e ao critério contratual. Os resultados iniciais, intermediários e finais são comparados ao limite de aceitação definido no escopo, com identificação do ponto de coleta, método e unidade, para demonstrar a redução da contaminação e orientar a conclusão do tratamento.

Envie tipo e volume do óleo, equipamento, teor e forma de água conhecidos, temperatura, viscosidade, condição operacional, análises disponíveis, pontos de conexão, origem provável da contaminação e limite desejado.